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        BRASIL -  AMÉRICA DO SUL, 2ª QUINZENA DE JUNHO/2007

"SOMOS TODOS CIDADÃOS DO PLANETA E DO NOVO MUNDO MELHOR"
        
      PARLAMENTO DE MEIO AMBIENTE E ECOLOGIA SOCIAL XXI

No mês de julho/2007 estaremos dando continuidade a mais uma etapa importante do Programa Universidade Aberta do Futuro "Telhados do Mundo" - Artforum Brasil XXI, que completará 12 anos de organização, em setembro de 2007. É tempo de reiniciarmos o Projeto/Programa 'PARLAMENTO DE MEIO AMBIENTE E ECOLOGIA SOCIAL'. Em março de 2007, iniciamos o desenvolvimento do projeto ESCOLA BRASILEIRA DE ECOLOGIA HUMANA 'MANDALA-ZEN', através do ORKUT, onde criamos uma comunidade com o nome ESCOLA DE ECOLOGIA HUMANA 'MANDLA-ZEN', com o objetivo maior de criarmos um movimento em torno das causas humanas, das causas da narureza, das causas do pleneta e das causas do espírito humano. Essa expriencia tem sido muito interessante, pelo fato de estarmos em constante pesquisa sobre as comunidades que existem em torno dos diversos assuntos sobre Meio Ambiente, Ecologia, Defesa da Amazônia, dos animais e da natureza.

A ESCOLA DE ECOLOGIA HUMANA MANDALA -ZEN PODERÁ SER LOCALIZADA
ATRAVÉS DO LINK: http://www.orkut.com/community.aspx?cmm=30290821

Estamos em observação e contato com pessoas, grupos e comunidades do Orkut, para
diálogos e parcerias que paricipem da Organização de mais um projeto do ARTFORUM
BRASIL: O PARLAMENTO DE MEIO AMBIENTE E ECOLOGIA SOCIAL, que terá caráter ECO- multicultural e espaço para pesquisa, projetos, programas e ações, além
de proporcionar a abertura de novos fóruns sobre diversas áreas relacionadas.























                                        BRASIL, 1ª quinzena de junho de 2007 - XXI
                        ESCOLA DE ECOLOGIA HUMANA 'MANDALA - ZEN'
                                Espaço de defesa do planeta e de construção do 
                                                                'NOVO MUNDO MELHOR'. 
               
Pretende-se que este espaço seja uma porta que nos leve a muitos outros caminhos,
através de pessoas, grupos e comunidades que estejam também interessadas em se organizar através de uma rede eco-multicultural -via internet e organizações.

EM 22/06 A ESCOLA DE ECOLOGIA HUMANA ESTARÁ COMPLETANDO 2 MESES
DE ORGANIZAÇÃO. PRETENDE-SE QUE ESTA ESCOLA ATINJA SEUS OBJETIVOS
MAIS AMPLOS, CONFORME OS PLANOS DO ARTFORUM BRASIL XXI E DE SEUS
GRUPOS. DESEJAMOS QUE A ESCOLA E O PARLAMENTO SEJAM DOIS CAMINHOS QUE MOTIVEM INTERAÇÃO E SINCRONICIDADE ENTRE PROJETOS.

TODOS NÓS BRASILEIROS QUE DESEJAMOS CONTRIBUIR COM O BRASIL E COM O PLANETA SOMOS CONTRA USINAS NUCLEARES, COM A REATIVAÇÃO DE ANGRA E CONTRA NOVAS USINAS NO NOSSO PAÍS!


















Brasil-América do Sul, 


O ARTFORUM BRASIL
XXI - NOVO MUNDO
MELHOR É CONTRA
USINAS NUCLERES.

O DESENVOLVIEMENTO SEM CONTRÔLE GERA CAOS

SOMOS CIDADÃOS DO PLANETA E DO NOVO MUNDO MELHOR!

TODOS NÓS BRASILEIROS DE CONSCIÊNCIA E ATITUDE SOMOS CONTRA
USINAS NUCLERAES O PARLAMENTO DE MEIO AMBIENTE E ECOLOGIA SOCIAL
A IMAGEM DO LANÇAMENTO DE ÔNIBUS ESPACIAIS NOS ESTADOS UNIDOS OU
A REATIVAÇÃO DE ANGRA III, PARA NÓS É UM GRAVE CUSTO E TRARÁ FORTES
CONSEQÜÊNCIAS MAIS DESASTROSAS AINDA, EM NOSSO PAÍS.

TODOS NÓS BRASILEIROS QUE DESEJAMOS CONTRIBUIR COM O BRASIL E COM
O PLANETA SOMOS CONTRA USINAS NUCLEARES, COM A REATIVAÇÃO DE
ANGRA E CONTRA NOVAS USINAS NO NOSSO PAÍS!
---
























  SOMOS A FAVOR DA VIDA. SOMOS CONTRA USINAS NUCLEARES. SOMOS
  CONTRA A REATIVAÇÃO DE ANGRA III E DE OUTROS PROJETOS SIMILARES. 





















    AMÉRICA DO SUL - BRASIL, Agosto de 2007 - XXI 

    INAUGURAMOS NO DIA 02 DE AGOSTO, O PROJETO PARLAMENTO DE MEIO 
    AMBIENTE E ECOLOGIA SOCIAL - LIGADO AO ARTFORUM BRASIL XXI E À  
    ESCOLA DE ECOLOGIA HUMANA 'MANDALA-ZEN - COMUNIDADE DO ORKUT.

    Endereços:
    http://www.orkut.com/community.aspx?cmm=37000155    -
    http://www.orkut.com/community.aspx?cmm=30290921





















AMÉRICA DO SUL - BRASIL, Agosto de 2007 - XXI

NOTÍCIAS DO BRASIL

polêmica
07/08/2007
EXCLUSIVO: Quatro perguntas para o deputado estadual que tenta derrubar o
uso de energia nuclear no Brasil




Mônica Pinto / AmbienteBrasil

Uma andorinha não faz verão, mas pode provocar um bocado de barulho. Com assento
na Assembléia Legislativa do menor estado do Brasil, Sergipe, o deputado Wanderlê
Correia (PMDB) é o mentor e condutor do movimento “Usina Nuclear, Não; Vida, Sim”.


Lançada no dia 2 passado, no plenário da Casa, a campanha nasceu a princípio do
anúncio de que o Governo Federal pretendia instalar duas usinas nucleares no
Nordeste, com grande chance de uma delas estacionar em Sergipe, às margens do rio
São Francisco.

Mas o professor Wanderlê, como é mais conhecido o deputado, quer detonar mesmo é
a política energética brasileira baseada neste tipo de tecnologia. “Até hoje, nenhum país
que faz uso da energia nuclear encontrou uma saída definitiva para essa questão”,
prega. “Existem resíduos considerados de baixo e médio teor radioativo, cujo
armazenamento deve levar pelo menos 100 anos, ao passo que os de alto teor levam
milhares de anos. Além disso, existe um alto custo com a segurança dos locais, sem
falar no perigo constante de acidentes, como o que ocorreu há alguns dias no Japão,
um país altamente desenvolvido”.

Por e-mail, AmbienteBrasil fez com o deputado Professor Wanderlê a seguinte
entrevista.

Ambiente Brasil - Em que o senhor se baseou para lançar a campanha contra
a instalação de usinas nucleares em Sergipe?
Deputado Professor Wanderlê - Antes mesmo do início do nosso mandato, em
fevereiro deste ano, realizamos um fórum sobre desenvolvimento sustentável, no
município de São Cristóvão, contando com a participação de diversos segmentos
sociais, a exemplo de  pesquisadores, ambientalistas e estudantes.  A partir desse
evento,  dentre outras deliberações, a questão do meio ambiente foi definida  como uma
das prioridades da nossa atuação parlamentar, de forma que  estamos sempre
estudando o tema, participando de discussões e  acompanhando os acontecimentos
relacionados ao assunto, inclusive no  que diz respeito à produção de energia e suas
conseqüências.

Com isso, ao tomarmos conhecimento da intenção demonstrada pelo Governo Federal
de instalar novas usinas nucleares no país, incluindo duas no  Nordeste, com a
perspectiva de que uma delas poderia vir para Sergipe, imediatamente começamos a
nos posicionar publicamente contra essa medida, destacando, inclusive, que existe um
impedimento na Constituição Estadual, que no seu artigo 232, parágrafo 8º, proíbe
expressamente a construção de usinas nucleares e depósitos de lixo atômico no
território estadual.

Ao mesmo tempo, nos reunimos com diversas pessoas que passaram a nos procurar
para dar apoio. Dessa forma, a construção do movimento “Usina Nuclear, Não. Vida,
Sim!” foi uma decorrência natural.

Ambiente Brasil - De que maneiras o senhor pretende que esse manifesto
localizado chegue ao Governo Federal?
Professor Wanderlê -
O que aconteceu na última quinta-feira na Assembléia
Legislativa de Sergipe foi apenas o lançamento  público do movimento. No âmbito do
parlamento, estamos preparando uma Moção de Repúdio a esta opção de política
energética demonstrada pelo Governo, pois não se trata apenas de lutarmos para que
a usina não  seja implantada em Sergipe. A posição principal do movimento é contra  
a energia nuclear, por entendermos que ela é nociva e inviável.

Vamos  continuar a mobilização popular para que a moção seja aprovada, pois com
isso deixará de ser uma posição do deputado Wanderlê e de mais um  grupo de
cidadãos e cidadãs sergipanas para se tornar um  posicionamento político do Poder
Legislativo sergipano, a ser levado  às autoridades ministeriais ligadas à questão.

Ambiente Brasil - Já existem novas estratégias para a campanha, outras ações
previstas?
Professor Wanderlê -
Nossa prioridade imediata é fazer com que a sociedade seja
informada de que o Brasil estará indo na contramão da história com essa política, pois
em todo o mundo os investimentos nessa alternativa energética estão diminuindo,
principalmente nos países mais desenvolvidos. Se tomarmos a Alemanha como
exemplo, vemos  que lá já há uma decisão governamental de que as 17 usinas
nucleares ainda existentes deverão ser desativadas até o ano de 2021, e a prioridade é
o investimento em energia eólica. O país já produz 20.000 megawatts dessa energia, o
equivalente a duas usinas como a de Itaipú.

Além da moção, estamos iniciando uma coleta de assinaturas a ser feita em todos os
municípios sergipanos, como forma de mobilizar a sociedade, sobretudo os habitantes
dos municípios situados às margens do rio São Francisco, a exemplo de Canindé do
São Francisco, onde seria instalada a usina, de acordo com as informações existentes.

Estamos iniciando contatos, também, com a Frente Parlamentar Ambientalista que já
existe no Congresso Nacional e congrega dezenas de parlamentares de diferentes
partidos, para que possamos contribuir com a causa ambientalista.

Ambiente Brasil - O governador de Sergipe, Marcelo Déda, é do mesmo partido
do  presidente da República - PT. Ele já externou sua posição quanto a esssa
essa  
usina em Canindé do São Francisco?
Professor Wanderlê -
Há um fato importante a ser destacado sobre esse aspecto. Não
obstante o nosso governador, o companheiro Marcelo Déda, ser do mesmo partido do
presidente Lula, foi exatamente na Constituinte Estadual de 1989, na qual se inseriu a
proibição à usina  atômica em Sergipe, que ele teve uma participação destacada, sendo
reconhecido até pelos adversários como o deputado estadual mais atuante da nossa
história, com participação efetiva principalmente nas questões ambientais.

Além disso, embora ele ainda não tenha se  posicionado publicamente sobre o assunto,
acreditamos que deverá  prevalecer a sua sensibilidade social e política, forjada ao longo
de décadas de militância em defesa das causas mais nobres, como é o caso  da
preservação do meio ambiente.               
 
__


reciclagem
16/08/2007
EXCLUSIVO: Brasil é novamente campeão mundial em reciclagem de latas de alumínio

Mônica Pinto / AmbienteBrasil

O Brasil despontou em 2006 - pelo sexto ano consecutivo - como o país que mais
recicla latas de alumínio para bebidas em todo o mundo. O anúncio foi feito em São
Paulo, na terça-feira passada pela manhã, em entrevista coletiva com os representantes
das duas entidades responsáveis por este levantamento: a Associação Brasileira do
Alumínio - Abal - e a Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta
Reciclabilidade - Abralatas.

Do total de latas de alumínio para bebidas comercializadas no mercado interno, em
2006, o Brasil reciclou 94,4%, o equivalente a 139,1 mil toneladas desta sucata,
correspondendo a 10,3 bilhões de unidades -  28,2 milhões por dia  ou 1,1 milhão por
hora.

Conforme o material de divulgação do levantamento, mesmo ligeiramente inferior ao
índice registrado em 2005 - de 96,2% -, o volume coletado em 2006 foi 9% maior que o
do ano anterior, acompanhando as vendas de latas, que cresceram 11,2% no mesmo
período. Essa maior disponibilidade permitiu que outros segmentos de mercado
passassem a consumir sucata de lata, o que levou ao aumento do universo de consulta
para cálculo do índice.

O Brasil manteve-se à frente inclusive do Japão - com percentual de 90,9% -,  onde a
reciclagem de latas de alumínio é obrigatória - e de países como Dinamarca, Finlândia,
Noruega e Suíça, nos quais a legislação sobre o tema é bastante rígida e que no
período apresentaram um índice médio de 88%.

O coordenador do Comitê de Reciclagem da Abal, José Roberto Giosa, atribui a
performance brasileira a um conjunto de fatores. "Temos o único sistema permanente e
integrado de reciclagem, que vai desde a coleta à transformação da lata usada em uma
embalagem nova, com 100% de aproveitamento", disse a AmbienteBrasil.

Segundo ele, contribuem também para o quadro positivo o fato deste processo ser
pautado pela economia de mercado e as mais de cem palestras ministradas
anualmente pela Abal e pela Abralatas, que funcionam como um estímulo ininterrupto.

Este mercado está mais do que consolidado: em 2006, movimentou cerca de R$ 1,7
bilhão e gerou renda e emprego para quase 170 mil pessoas. No mesmo ano, somente
a compra de latas usadas injetou cerca de R$ 540 milhões na economia nacional.

Que o digam as cooperativas e os "carrinheiros" que atuam isoladamente. "A lata de
alumínio tem o maior valor de sucata do mercado", diz Giosa. "O quilo dela vale 13
vezes mais que o quilo da lata de aço; cinco vezes o quilo de PET e 25 vezes o quilo de
embalagens longa-vida", informa.

E para facilitar a vida de quem coleta e vende, existem pelo país mais de 7 mil pontos
de compra das latinhas espalhados pelo território nacional.

O avanço - ainda que tímido - da coleta seletiva nos municípios brasileiros também
auxiliou a manutenção da liderança brasileira neste quesito. Há dois anos, eram 230;
hoje, são 327.

Apenas 6% das cidades fazem coleta seletiva, o que ilustra a perspectiva de
crescimento no setor, já devidamente planejada. "A Indústria tem capacidade instalada
para reciclar 100% das latas, não precisa de investimentos adicionais", diz José
Roberto Giosa.

"A classe média se levantou do sofá, resolveu se envolver, separando muito mais
material reciclável do que separava antes", avalia. "E está cobrando dos governos a
implantação da coleta seletiva".

O Brasil tem mesmo bons motivos para se orgulhar: a média de reciclagem na Europa é
de apenas 54% e nos Estados Unidos, o precursor desta prática, de cerca de 52%,
patamar em que o país permanece estacionado há oito anos.

Vantagens ambientais

Conforme o material divulgado pela Abal e pela Abralatas, o meio ambiente é um dos
principais beneficiários deste movimento bem sucedido. A reciclagem de latinhas libera
somente 5% das emissões de gás de efeito estufa quando comparada à produção de
alumínio primário.

"Ao substituir um volume equivalente de alumínio primário, a reciclagem de 139,1 mil
toneladas de latinhas proporcionou uma economia de 1.976 GWh/ano de energia
elétrica ao país, o suficiente para abastecer, por um ano inteiro, uma cidade com mais
de um milhão de habitantes, como Campinas (SP)", contabilizam as entidades. "Além
disso, poupou 700 mil toneladas de bauxita (minério do qual se obtém o alumínio), que
seriam extraídas das reservas naturais  brasileiras".
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